Irene G. Rubio en Diagonal: Postporno, porno al revés
Sin embargo, el vuelco decisivo se producirá cuando se decida pasar a la acción y se comprenda que “el mejor antídoto contra la pornografía no es la censura sino las representaciones alternativas de la sexualidad”, como señalaba hace poco la filósofa Beatriz Preciado en El País. En este paso a la producción tiene un papel fundamental el movimiento queer, que hace del cuerpo y del placer un escenario privilegiado para la acción política.
Sigue leyendo El porno al revés
Tras convertirse en toda una estrella del género, decide pasarse al otro lado de la cámara y en 1982 dirige Deep Inside Annie Sprinkle, una película muy innovadora que va a marcar el inicio de una senda de experimentación y relectura del porno. En el filme, Annie se dirige al espectador hablando directamente a la cámara, y le hace partícipe de su biografía mostrando fotografías de su infancia y adolescencia.
Sigue leyendo Una vida dedicada al arte del sexo
GWLP se posicionan contra dos etiquetas. Una, la que clasifica el porno según las opciones sexuales: para heteros, para gays, lesbianas, trans… Según declaran en su manifiesto, “nosotras no podemos clasificar nuestra sexualidad dentro de ninguna de estas etiquetas, y como nosotras más y más gente, que ni quiere, ni puede”. Y otra, la que habla de un porno para mujeres: “Esta etiqueta suele identificarse con los valores que son supuestamente femeninos: dulzura, cariño, música melosa, suavidad”
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March 3rd, 2007 at 4:19 pm
sim! tambem concordo com voces… nao é nao mostrando pornografia e censurando grande parte dela que vamos ter uma sociedade mais madura quanto ao facto de a aceitar melhor e nao a julgando como grande pecado. fechar os olhos nao é uma soluçao viavel embora tambem consiga perceber os dois lados: o publico e o “productor”. tinha eu por volta dos meus 12 anos quando vi pela primeira vez um filme pornografico ás escondidas dos meus pais, era o verdadeiro filme porno. como as imagens que nos ocorrem ainda hoje na cabeça cada vez que falamos de um filme assim. explicito, sem grandes rodeios, sem qualquer censura e com pouco enredo. ora eu na minha pré-adolescencia aquilo foi a minha designçao quanto a pornografia e sexualidade. era algo repulsivo e impróprio. é claro que com o tempo modifiquei a minha maneira de pensar. mas por aqui so quero mostrar que percebo os dois lados. e muitas vezes a culpa nao é somente do publico que pretende fechar os olhos e por a pornografia á margem para ser tratada como o “Pecado Carnal”. a imagem da pornografia ainda hoje penso que esta esbatida e esteriotipada em ser apenas imagens explicitas, sem enrredo, sem pós e contras da sexualidade. Gostaria de ver o outro lado da pornografia, que alias nem penso que tenha dois lados é toda um só embora só o de mais “fácil consumo ao esplectador”, simples imagens de sexo que produzam imediacto prazer no publico, é que sempre vieram mais rapido ao de cima e tiveram maior consumo. mas é graças a voces que conseguimos agora estar bem direçionadas para as várias propostas que nos dias de hoje se apresentam ao publico quanto “aos dois lados” da pornografia. um beijo
March 3rd, 2007 at 4:43 pm
quanto às “etiquetas”… eu sou aquela que nao sabes como etiquetar-se. nao que seja prioritario assumir-me na sociedade como hetero, lesbica ou bi. mas seria sim… prioritario saber o que realmente sou. ainda hoje tenho duvidas da minha sexualidade, é algo que me angustia e atormenta. vejo que pessoas minhas conhecidas ´nunca tiveram problemas em saberem que eram gays sem porem em questao se realmente eram ou se era só um fase. quando tinha os meus 10…12 anos envolvi-me com uma amiga mais velha que eu. eu nao queria mas ela dizia que era so uma brincadeira e nao havia mal. nao gostava do que faziamos, achava errado e era dificil eu compreender aquilo visto a minha idade e inocencia. muitas vezes ela obrigava-me e eu nao queria. foram tempos dificeis. e visto a minha idade depois disso fikei confusa quanto á minha orientaçao sexual. começei a olhar para as mulheres de outra maneira. e depois disso envolvi-me com mais duas amigas minhas. mas tudo mais levado para as criançices e nao para o sexo. o que é certo é que ainda hoje olho para tras e nao sei dizer se aquilo que tive com a minha amiga foi uma violaçao. nunca contei a ninguem , ela propria dissia-me para nao contar e depois daqueles tempos nunca mais falamos disso. as vezes estou certa que foi uma violaçao outras vezes nao porque penso que podia ter feito alguma coisa. o que é certo é que tinha e tenho vergonha do que aconteceu naquele quarto e esta foi a primeira vez que contei isto a alguem. tenho atraçao pelos homens mas nem sei se tenho atraçao pelas mulheres. sempre estive tao confusa que nao consigo perceber o que sou ao certo. e se muitas vezes ponho em questao eu ser bisexual, algo me leva em seguida a desfazer esse pensamento porque penso que é algo pecaminoso e improprio. tudo isto devido á minha “violaçao” (?). apoio os gays e tenho amigos assim… nao que eu seja contra mas o problema esta no meu passado. espero uma resposta vossa se possivel e perdao pelo GRANDE texto. um beijo guapas
March 6th, 2007 at 10:38 am
Felicidades por los textos de Diagonal!
Textos con una claridad expositiva que me parecía estar nadando en el río de mi pueblo y no leyendo dos planas de un periodico.
Lo leí con tal voracidad que me han sabido a poco…
Salut!
March 16th, 2007 at 10:41 am
Hola!
A raiz de ciertos articulos aparecidos en el Diagonal la madre de un colega se siente muy atraida por la teoría Queer.
Yo soy bastante queeranalfabeto. Por eso os pediría, por favor, que me recomendaseis algún texto sobre el tema que no sea demasiado críptico… que ya me han comentao alguna cosa por ahí de ciertos textos.
Graciasss!!